sábado, 29 de maio de 2010

Santos e Deuses – parte I


Ísis - ou Aset, da mitologia egípcia, foi a mulher de Osíris,

filha do deus da terra, Gueb, e da deusa ou rainha do

céu ou deusa dos mares e popularmente conhecida como

Mãe de Deus.
Ela é conhecida também com Rainha do Céu e rege sobre

todos os assuntos que concernem a vida, a maternidade

e a bruxaria

(curandeirismos). Os sacerdotes exaltavam-na em sonoros cantos...

e mostravam-na num estábulo, amamentando um bebê

miraculosamente concebido(Hórus) – assim como Maria.
Também conhecida como grande Diana dos efésios.
O culto à deusa Diana, tão popular na região da Ásia Menor,

nos primórdios da Era Cristã. Como podemos conferir,

qualquer semelhança com os cultos modernos às

chamadas “Nossas Senhoras”

não é mera coincidência, mas perpetuação de uma milenar

tradição de culto às deusas, hoje disfarçada com matriz cristã.

A semelhança das “Marias” com Yemanjá também

não é mera coincidência.


Não é óbvio presumirmos que as antigas divindades tutelares

reverenciadas no passado apenas mudaram de nome?

Diana para os efésios, Nun para os ninivitas,

Ishtar para os babilônios,

Kali para os hindus e, Maria para os cristãos.

Santos e Deuses – parte I imagens

Yemanjá, Maria, Diana e Ísis...


Santos e Deuses – parte II



Mitra - conhecido como deus de salvação,

distribuidor de energia vital, soberano dos exércitos,

chamado de deus ou de Sol invicto (Sol invictus).

Associado ao deus do Tempo infinito, ele se encontra na origem

do universo dos vivos e o dirige. O primeiro ser vivo,

cujo sangue disperso fará nascerem os vegetais e os animais;

era cultuado na época romana pelos soldados do império.

Também cultuado pelos gregos.

DETALHE: data de nascimento 25 de dezembro - coincidência?
Ah! A imagem de Mitra é muito semelhante à de Jesus...
Outra... ele mata uma fera,
como outro santo católico conhecido... São Jorge...

Santos e Deuses – parte III


O egípcio deus-sol Osíris era comido em forma de uma hóstia circular, um símbolo do sol.

O sumo (suco) de uva era pensado ser o sangue de Bacchus, deus do vinho e rebeldia.

A missa Romana teve sua origem nos ritos iniciados nos mistérios antigos da religião,

no qual , os participantes se relacionavam, nos cultos à fertilidade e no mistério das

cerimônias Babilônicas. A palavra “bacanal” teve sua origem nessa cerimônia de Baco.

Santos e Deuses – parte IV


O egípcio deus-sol Osíris era comido em forma de uma hóstia circular, um símbolo do sol.

O sumo (suco) de uva era pensado ser o sangue de Bacchus, deus do vinho e rebeldia.

A missa Romana teve sua origem nos ritos iniciados nos mistérios antigos da religião,

no qual , os participantes se relacionavam, nos cultos à fertilidade e no mistério das

cerimônias Babilônicas. A palavra “bacanal” teve sua origem nessa cerimônia de Baco.

Santos e Deuses – parte V




Hórus nasceu em 25 de Dezembro da virgem Isis-Meri.

De forma milagrosa, Isis engravida de Osíris, morto após batalha com Seth, deus das trevas.

Faz parte da santíssima trindade (coincidências...) egípcia, juntamente com seus pais.

Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o Sol e a Lua.

Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai,

como pela disputa do comando do Egito.

A lendária batalha entre a Luz e as Trevas.

Alguns autores sugerem que a história de Jesus pode ter sido baseada em várias

outras histórias de deuses mais antigos, principalmente, Hórus.

O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela do Leste, que, por sua vez,

foi seguida por 3 reis em busca do salvador recém-nascido.

Em suas mãos, Hórus carrega as chaves da vida da morte e da fertilidade.

Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros

personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias.

Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty.

O olho de Hórus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder.

PAGANISMO NO CINEMA





O filme Avatar, de James Cameron, é um fascinante sucesso nos cinemas. E é certo que o ponto central desse filme é focado para a religião e forte comunicação que o povo Na´vii de Pandora possui com uma árvore, Eywa, a Grande Mãe (princípio Wicca), que representa a natureza do planeta, comungando com espíritos não são apenas aceitáveis, mas atraentes. Avatar é também marcadamente panteísta e essencialmente evangelho, segundo James Cameron.

Esse tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas do filme: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de todas as coisas viventes”.

Sobretudo, o filme é repleto de magia ritualística, comunhão com espíritos, xamanismo, rituais que lembram os africanos, inclusive, as próprias vestimentas do povo lembram os povos africanos, e são chefiados por um xamã espiritual que “ouve e interpreta a vontade de Eywa”, recebendo seus espíritos. Além de que a maneira com que eles invocam Eywa lembra os cantos gregorianos, mas permanecem sentados na posição de lótus (derivado do hindu). O próprio nome do planeta, Pandora, a primeira mulher criada por Zeus, filha de Athena e Hefesto.

A mensagem é muito clara: Estamos a caminho de uma religião única. Uma forma particular de cada indivíduo entrar em contato com sua espiritualidade, pois cada um faz parte de um todo – a natureza - que é a grande manifestação de uma energia que rege as nossas vidas.

Além disso, a platéia é levada a simpatizar com o Avatar e termina torcendo por ele, quando é iniciado nos rituais povo. No final, até mesmo a cientista-chefe, que, desde o início simpatiza com o povo de Pandora, proclama que está “com Eywa, ela é real e que ficará com Eywa após sua morte (no filme, a histórica guerra entre ciência e religião, a ciência é convencida).

“Avatar é uma manifestação corporal de um ser imortal segundo a religião hindu, por vezes até do Ser Supremo. Deriva do sânscrito Avatāra,

que significa “descida”, ou, “aquele que descende de Deus”, normalmente denotando uma encarnação de um Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade.

Muitos não-hindus, por extensão, usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.”

Avatar sempre morreu. São pessoas que nascem como encarnações de deuses. A primeira concepção de Avatar vem primariamente dos textos Hindus, que citam Krishna como o oitavo avatar – ou encarnação – de Vishnu, a quem muitos Hindus adoravam como um Deus.

Essa palavra Avatar se tornou popular entre os meios de comunicação e informática devido às figuras que são criadas à imagem e semelhança do usuário, permitindo sua “personalização” no interior das máquinas e telas de computador.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Paganismo no nosso cotidiano...






No passado, quando as pessoas viviam em conjunto com a natureza, o passar das estações e os ciclos lunares tinham um profundo impacto em cerimônias religiosas. A lua era vista como um símbolo divino, por isso as cerimônias de adoração, magias e celebrações eram feitas sob sua luz. A chegada do inverno, as primeiras atividades da primavera, o quente verão e a entrada do outono também eram marcados por rituais.
Esses rituais têm por objetivo sincronizar a nossa energia com as estações do ano, ou seja, com os ciclos do planeta Terra e do Universo. Quatro desses dias são determinados pelos solstícios e equinócios, que são o início astronômico das estações do ano. Muitas datas das comemorações pagãs coincidem com as das cristãs. Entretanto, o paganismo é muito anterior ao cristianismo; ou seja, foram os cristãos que integraram elementos da cultura pagã e adequaram-nos às suas tradições, depois perseguindo e condenando os praticantes de rituais pagãos, exterminando, quase que completamente, sua cultura.
A igreja apropriou-se de certos elementos da cultura pagã para facilitar a penetração da religião cristã em algumas sociedades fechadas. Foi apenas uma questão de estratégia de aproximação, resultando no passado num sincretismo religioso. A partir do século IV, o cristianismo tornou-se religião oficial em Roma. Apesar disto, muitos continuaram fiéis aos seus Deuses e Deusas. A partir desta época todo aquele que não fosse cristão era considerado “pagão”. A transição da Antiga Religião Pagã para a Religião Cristã, aconteceu durante um longo período. Nenhum pagão se tornou cristão do dia para a noite. Os aristocratas foram menos resistentes, porque percebiam o poder da nova crença, mas os habitantes dos campos (paganus), recusaram-se a aceitar a nova fé. Os sacerdotes do cristianismo passaram, então, a adaptar as festas pagãs. Alguns templos pagãos, pouco a pouco, foram usados pela Igreja. A Igreja Cristã foi-se tornando uma poderosa instituição. Tudo que ela não podia destruir da Antiga Religião, adaptava, transformando crenças pagãs em cristãs.

O calendário que usamos hoje é uma evolução do antigo calendário romano, no qual vários meses foram batizados com nomes de deuses pagãos. O primeiro calendário romano, criado no século 8 a.C., tinha só dez meses e ia de março a dezembro. Ainda no mesmo século foram acrescentados janeiro e fevereiro, ajustando o calendário ao ano lunar padrão, com 355 dias. Nessa época os 12 meses já haviam sido batizados com praticamente todos os nomes que usamos hoje. As exceções foram julho e agosto, que receberam esses nomes centenas de anos depois – entre os séculos 1 a.C. e 1 d.C. – quando o calendário romano já havia sido adaptado ao ano solar, com 365 dias.

DOS DEUSES AOS MORTAIS - SIM, OS MESES TIVERAM INSPIRAÇÃO PAGÃ EM SEUS NOMES...

JUPITER E JUNO

JANEIRO
O nome deriva de Jano, deus romano e espécie de “porteiro celestial”.
O templo de Jano, no Fórum de Roma, tinha doze portas, número correspondente ao dos meses do ano.


FEVEREIRO

Origina de Fébrua, a deusa das purificações.

MARÇO
A inspiração foi o deus da guerra, Marte.


ABRIL

Origem no nome de Aprilis, ou seja, aquele que abre, mês dedicado a Vênus, por que é o mês da primavera no hemisfério Norte.

MAIO
Nome baseado da Deusa Maia, mãe de Mercúrio..

JUNHO
Homenagem a Juno, deusa romana protetora da família e dos partos.


JULHO
No primeiro calendário romano, era chamado de Quintilis, pois era o quinto mês do ano. Séculos depois, no ano 44 a.C., foi rebatizado em homenagem ao grande líder romano Júlio César , que fora assassinado.

AGOSTO
Como era o sexto mês do ano no velho calendário romano, recebia o nome de sextilis. Também foi rebatizado para homenagear outro grande líder, Augusto, que se tornou o primeiro imperador romano.

SETEMBRO A DEZEMBRO
Para esses meses faltou inspiração... Setembro vem de septem, que significa “sete”; outubro, de octo (“oito”), e assim por diante, fazendo ligação com o calendário gregoriano, ou seja, eles fizeram uma mistura, mantendo nomes derivados dos deuses com os nomes cristãos.

Dias da semana... origem no paganismo?



Domingo (do latim eclesiastico - Dominica Dies) - Sunday / Dia do Sol (inglês) - Domingo / Dia do Senhor (espanhol) - Dies Solis (latim vulgar) - Deus Romano Sol (Apolo).

Segunda (do latim eclesiastico - Feria Secunda) - Monday / Dia da Lua (inglês) - Segunda-feira - Lunes / Dia da Lua (espanhol) - Dies Martis (latim vulgar) - Deusa Romana Lua (Artemis, irmã de Apolo).

Terça:(do latim eclesiastico - Feria Tertia) - Tuesday / Dia de Tyr, deus nórdico da guerra (inglês) - Martes / Dia de Marte (espanhol) - Dies Marti (latim vulgar) - Deus Romano Marte, deus da guerra.

Quarta (do latim eclesiastico - Feria Quarta) - Wednesday / Dia de Woden ou Odin, deus supremo dos nórdicos (inlglês) - Miércoles / Dia de Mercúrio (espanhol) - Dies Mercuri (latim vulgar) - Deus Romano Mercúrio, deus da destreza e da habilidade.

Quinta (do latim eclesiastico - Feria Quinta) - Thursday / Dia de Thor, deus nórdico do trovão (inglês) - Jueves / Dia de Júpiter (espanhol) - Dies Jovis (latim vulgar) - Deus Romano Júpiter, pai dos deusas e homens.

Sexta (do latim eclesiastico - Feria Sexta) - Friday / Dia de Freyja, deusa da beleza nórdica (inglês) - Viernes / Dia de Vênus (espanhol) - Dies Veneris (latim vulgar), Deusa Romana Vênus, da beleza e amor.

Sábado (do latim eclesiastico - Sabbatum) - Saturday / Dia de Saturno (inglês) - Sábado / Dia do shabbat (espanhol) - Dies Satumi (latim vulgar)- Deus Romano Saturno, deus do tempo.

PERCEBEM COMO ATE NO NOSSO COTIDIANO, O PAGANISMO MARCA PRESENÇA DE MANEIRA QUASE IMPERCEPTÍVEL?

sábado, 22 de maio de 2010

ELEMENTO AR

O Ar é o elemento do intelecto, é a realidade do pensamento que é o primeiro passo para a criação.
Ele governa os feitiços e rituais que envolvem viagem, instrução, liberdade, obtenção do conhecimento, encontrar itens perdidos, descobrir mentiras e assim por diante. Ele também pode ser usado para ajudar no desenvolvimento de faculdades psíquicas.
Feitiços envolvendo o ar geralmente incluem o ato de colocar um objeto no ar ou deixar cair um objeto do alto de uma montanha ou outro lugar alto para que o objeto realmente se conecte fisicamente com o elemento.
O ar é masculino, seco, expansivo e ativo. É o elemento que se sobressai nos locais de aprendizagem e nos quais ponderamos, pensamos e teorizamos.
O ar governa o Leste pois esta é a direção da maior luz, a da luz da sabedoria e conscientização. Sua cor é o amarelo do sol e do céu na aurora.
O ar governa a magia dos quatro ventos, de concentração e visualização e a maioria das magias adivinhatórias.
Energia: Projetiva, masculina
Formas rituais: Sacudir objetos no ar ou pendurá-los ao vento, suspender ferramentas em lugares altos, soprar objetos leves enquanto visualiza energias positivas, deixar que o vento carregue folhas, flores, ervas ou papel picado.
Natureza Básica: Movimento, flutuante, fresca, inteligente. O Som é uma manifestação deste elemento
Fase da Vida: Infância
Tempo: Nascer do sol

ELEMENTO FOGO

O Fogo é o elemento da mudança, vontade e paixão. Em um certo sentido ele contém dentro dele todas as formas de magia, pois a magia é o processo de mudança.

A Magia do fogo pode ser assustadora, os resultados se manifestam de forma rápida e espetacular. O fogo não é um elemento para os fracos. Entretanto, é o mais primal e por isso o mais usado.

Este é o reino da sexualidade e da paixão. Ele não representa apenas o fogo sagrado do sexo, mas também a faísca de divindade que brilha dentro de nós e de todas as coisas vivas. Ele é, ao mesmo tempo, o mais físico e o mais espiritual dos elementos.

Energia: Projetiva, masculina

Formas rituais: Queimar, passar na fumaça ou derreter um objeto, erva ou imagem, velas e pequenas fogueiras.

Natureza Básica: Purificante, destruidora, limpadora, energética, sexual, forte.

Fase da Vida: Juventude

Tempo: Meio-dia.

ELEMENTO ÁGUA

A água é o elemento da purificação, da mente subconsciente, do amor e todas as emoções. Assim como a água é fluida, constantemente mudando, fluindo, de um nível a outro, também são assim nossas emoções, constantemente se movimentando.
A água é o elemento da absorção e germinação. O subconsciente é simbolizado por este elemento, pois está sempre em movimento, como o mar que nunca descansa quer seja noite ou dia.
Energia: Receptiva, feminina
Formas rituais: Diluir, colocar na água, lavar, banhar-se.
Natureza Básica: Purificante, fluente, curadora, suave, amorosa, movimento.
Fase da Vida: Maturidade
Tempo: Anoitecer

ELEMENTO TERRA

Este é o elemento ao qual somos mais próximos, já que é nossa casa. A terra não representa necessariamente a Terra física, mas aquela parte da terra que é estável, sólida, da qual dependemos.

A Terra é o reino da abundância, prosperidade e riqueza. Ela é o mais físico dos elementos, pois sobre ela todos os três se apóiam. Sem a terra a vida como a conhecemos não existiria.

Energia: Receptiva, feminina

Formas rituais: Enterrar, plantar, fazer imagens de argila ou areia, andar na natureza enquanto visualiza o que se deseja.

Natureza Básica: Fértil, úmida, estável. A gravidade é a manifestação desse elemento.

Fase da Vida: Velhice.

Tempo: Meia-noite.


No post anterior conversamos sobre os elementos, signos e algumas características de cada um, além da importância disso tudo quando buscamos a harmonização conosco e com o mundo em nossa volta... Aí, houveram alguns questionamentos sobre o que quer dizer "bruxo do oeste, do sul, norte e leste"... pois bem, é simples...
Antes de se iniciar como bruxo(a) Wiccano(a) o candidato deverá passar por um ritual de dedicação onde se comprometerá com os Deuses a estudar e praticar a Antiga Arte durante um ano e um dia. Bem, você deve se estar perguntando porque 1 ano e 1 dia? É que o calendário é diferente do Gregoriano. Os meses tem 28 dias (4 fases lunares de 7 dias cada) daí se somarmos teremos: 28 dias x 13 meses = 364 dias, mais 1 dia para termos os 365 dias do ano usual, daí a expressão 1 ano e 1 dia.
Nesse ritual é traçado um círculo na chão, e cada aspirante deve posicionar-se em um local referente as pontos cardeais. Portanto, se ele for do sul, coloca-se neste ponto do círculo... É seu lugar na rosa dos ventos...

. o Norte é a terra escura, misteriosa, de onde "vinham os deuses"
. o Sul é de onde vem o calor, pois é onde fica a linha do Equador para ele.
. o Oeste tem o oceano (água)
. o Leste traz os ventos do continente.

* pode haver modificações, dependendo de que ponto do globo terrestre está sendo realizado o ritual...

sexta-feira, 21 de maio de 2010


Agora, dando continuidade ao post anterior... falemos mais sobre o paganismo. Vamos falar sobre uma ciência que tem crescido extraordinariamente nos últimos anos, e tem influenciado pessoas mundo a fora... e tem profunda ligação com o assunto que estou abordando, em especial, com a tão incompreendida Bruxaria (ou Wicca)Moderna (lembram-se? neo-paganismo?). a Astrologia.

Os signos zodiacais todos conhecem de longa data, mesmo que seja do horóscopo do jornal. Mas as características deles, poucos conhecem. Cada signo possui um elemento (fogo, terra, ar e água), um dom (vidência, telecinesia, psicometria e telepatia),um sentido (tato, olfato, paladar e audição), um animal, uma estação do ano, um naipe do baralho... e por aí a fora.

Devemos descobrir a importância da influência dos elementos em nossas vidas, pois estes estão presentes em todos os rituais de bruxaria. Quando entendemos essa influência, e entrarmos em harmonia com os elementos, aprenderemos a manejar os nossos poderes, pensamentos, emoções, reações, razões... de acordo com as nossas vontades, nos aproximando assim do nosso "eu interior"


Farei uma breve explanação sobre as características dos signos que citei acima, para que vocês possam identificar os seus e iniciar um caminho em busca do auto conhecimento. Detalhe: as características citadas não se referem às preferências (por que isso é muito pessoal), e sim, à produtividade, facilidades... Por exemplo: Isso quer dizer que, não necessariamente,por que a estação de seu signo seja inverno, que você tem que preferí-lo, e sim, nesta época, você está mais produtivo, seu sentido está mais apurado... certo?).

ELEMENTO AR - GÊMEOS, LIBRA E AQUÁRIO.
Dom: vidência (prever, antever situações)
Poder: intelecto, razão
Sentido: olfato
Estação: inverno (maior produtividade)
Animal: borboleta
Objeto: espada
Naipe: espadas
Cor: amarelo
Erva: salgueiro, sálvia e verbena
Pedra: ametista, quartzo rosa, turmalina
- bruxa (o) do leste -

ELEMENTO ÁGUA - CÂNCER, ESCORPIÃO E PEIXES.
Dom: telepatia (comunicação a distância de pensamentos e emoções de pessoa para pessoa sem usar meios físicos)
Poder: intuição, emoção
Sentido: paladar
Estação: Primavera
Animal: peixe
Objeto: cálice
Naipe: copas
Cor: azul
Erva: artemísia, lavanda e mil folhas
Pedra: lápis lázuli, água marinha e sodalita
- bruxa (o) do oeste -

ELEMENTO FOGO - ÁRIES, LEÃO E SAGITÁRIO
Dom: telecinesia (mover "coisas" sem contato - objetos, sentimentos, pensamentos...)
Poder: espírito, transformação
Sentido: audição
Estação: verão
Animal: serpente
Objeto: cetro
Naipe: ouros
Erva: alecrim, angélica e sorveira
Pedra: ágata, citrino e opala -de-fogo
- bruxa (o) do sul -

ELEMENTO TERRA - TOURO, VIRGEM E CAPRICÓRNIO
Dom: psicometria (rastrear vida psíquica de alguém, coisa ou ambiente, no passado, presente ou futuro
Poder: físico, criação
Sentido: tato
Estação: outono
Animal: gato
Objeto: pentáculo
Naipe: bastos ou paus
Cor: verde
Erva: arruda, cipreste e patchouli
Pedra: hematita, ônix, pirita e olho de tigre
- bruxa (o) do norte -

Caros amigos... encerro o este post feliz por trazer tais informações, e na esperança de ter plantado uma sementinha curiosa em vós em busca do bom combate e do auto conhecimento. Beijossss!!!!

quinta-feira, 20 de maio de 2010


Quem agora conhece a antiga linguagem da Lua? Quem agora fala com a Deusa ?... Só as pedras agora se recordam do que a Lua nos disse há muito tempo, e o que nós aprendemos com as árvores e as vozes das ervas e dos cheiros das flores...



Venho a vós dissertar sobre um assunto que me interessa profundamente....
Disserto sobre a crença original, sobre a água que alimentou todas as formas de religião e seita que hoje se multiplicam de maneira geométrica... Sobre o Paganismo, tão mal falado quanto mal compreendido....

A palavra "PAGÃO" vem do latim "paganus", que é aquele que mora no "pagus", ou seja, no campo, na Natureza. Paganismo significa uma série de tradições marcadas pela devoção à natureza e a crença em vários deuses. Teve suas origens na pré-história onde vários povos praticavam rituais à natureza, pois acreditavam que a Terra era sagrada e seus elementos eram associados à divindades.
Muitos equívocos são propagados quanto ao real sentido da palavra "paganismo". Diz-se “pagão” aquele que não foi batizado em uma religião cristã, ou confunde-se "paganismo" e "ateísmo", o que um ledo engano. Crenças pagãs não são “seitas” não-cristãs, apenas, são dados nomes diferentes aos “deuses” (Jessé, Oxalá, Krishna, Jeová, Buda, Mitra, Hórus, Dionísio, Zeus e outros tantos).